Estou em falta com vocês, admito. Fiquei quase um mês sem escrever aqui (amanhã completa esse mês), pelos mais variados motivos, e muitos de vocês devem ter começado a se indagar se algum dia haveria outro artigo. Pois bem, cá estou novamente, back from the dead, alguns diriam…
E para recomeçar essa nova leva de artigos quentinhos, fresquinhos e saborosos, nada melhor que lançar ao ar uma questão no mínimo intrigante: hoje em dia, com grande parte dos designers brasileiros trabalhando como autônomos, poucos são os que se dignam (ou apenas possuem a renda necessária para tal) a comprar as tão famigeradas famílias tipográficas. Famílias inteiras de fontes super na moda, como a DIN, Helvetica e cia. limitada são diariamente “roubadas” e usadas sem o devido pagamento (na maioria das vezes cometendo crimes estéticos e tipográficos imperdoáveis).
A pergunta que levanto para os comentadores é a seguinte: algum dia ao menos um de vocês já chegou a sequer pensar em comprar uma fonte que seja?
Algo me diz que a resposta será negativa unanimemente, o que é uma pena, no final das contas.